É justamente essa liberdade e maturidade que permitem viver bem a afetividade, tanto dentro como fora da comunidade.
A consagração religiosa estabelece uma particular comunhão entre o religioso e Deus e, em Deus, entre os membros de um mesmo instituto (.).Essa alegria é fruto do Espíri-to e envolve a simplicidade da existência e o tecido monótono do cotidiano.Comporta uma ligação com a missão, mas também com a comunidade que deve realizar aqui e agora seu serviço; exige também um lúcido olhar de fé sobre os superiores que «desempenham sua tarefa de serviço e de guia» 59 e devem tutelar a conformidade.O importante é que os membros dos institutos estejam conscientes do caráter extraordinário dessas situações, cultivem a comunicação freqüente entre si, favoreçam encontros comunitários periódicos e, apenas possível, constituam comunidades religiosas fraternas de forte significado missionário, para que se possa elevar o sinal missionário por.Assim ensinou a igualdade na fraternidade e a reconciliação no eu não procuro uma relação séria, eu gosto de rir perdão.A regra é o religioso inserido numa comunidade fraterna: nessa vida comum a pessoa se consagrou e nesse gênero de vida normalmente desenvolve seu apostolado, a essa vida retorna com o coração e com a presença toda a vez que a necessidade o levasse.A pobreza de cada um, que comporta um estilo de vida simples e austero, não só liberta das preocupações inerentes aos bens pessoais, mas sempre enriqueceu a comunidade, que podia assim se colocar mais eficazmente ao serviço de Deus e dos pobres.
16 Daí a importância do direito próprio que deve aplicar à vida comunitária o patrimônio de cada instituto e os meios para realizá-lo.17 È claro que a «vida fraterna» não será automaticamente realizada pela observância das normas que regulam a vida comum; mas é evidente.
E) As novas estruturas de governo, emersas das Constituições renovadas, exigem muito mais participação dos religiosos e das religiosas.
69 João Paulo nà Reunião Plenária da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e para as Sociedades de Vida Apostólica em.Em toda a dinâmica comunitária, Cristo, em seu mistério pascal, permanece o modelo de como se constrói a unidade.Daí a constatação de que um dos objetivos particularmente sentidos hoje é o de integrar pessoas, marcadas por formação diferente e por diferentes visões apostólicas, numa mesma vida comunitária onde as diferenças não sejam tanto ocasiões de contraste quanto momentos de mútuo enriquecimento.«Toda a fecundidade da vida religiosa depende da qualidade da vida fraterna em comum.De fato, «a comunhão gera comunhão e se configura essencialmente como comunhão missionária.Outros documentos DA santa SÉ Cân.Entre as «comunidades apostólicas algumas são mais centradas na vida comum, de modo que o apostolado depende da possibilidade de fazer comunidade; outras são decididamente orientadas para a missão, pelo que o tipo de comunidade depende do tipo de missão.Estas últimas, ou constituem um fermento evangélico da sociedade, anúncio da Boa Nova em meio ao mundo, proclamação no tempo da Jerusalém celeste, ou sucumbem com um declínio mais ou menos longo, simplesmente porque se adequaram ao mundo.



Religiosos monges, religiosos conventuais, religiosos de vida ativa, conservam legitimas diferenças no modo de compreender e de viver a comunidade religiosa.
Mas isso fez emergir também a exigência de mudanças na fisionomia adicional das comunidades religiosas, porque consideradas por alguns pouco aptas para afrontar as novas situações.
Por isso, são muito proveitosos os programas de formação que compreendem cursos periódicos de estudo e de reflexão orante sobre o fundador, sobre o carisma e sobre as constituições.


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